domingo, 27 de outubro de 2019

Desastre ambiental no Japão em 2011

                           Desastre  ambiental no Japão em 2011

Sismo e tsunami de Tohoku de 2011 ou sismo e tsunami de Sendai (designado oficialmente Grande Terremoto do Leste do Japão) foi um sismo de magnitude de 9,1 com epicentro ao largo da costa do Japão ocorrido às 05:56 UTC (14:56 no horário local) de 11 de março de 2011. O epicentro foi a 130 km da costa leste da península de Oshika, na região de Tohoku, com o hipocentro situado a uma profundidade de 24,4 km. O sismo atingiu o grau 7 — a magnitude máxima da escala de intensidade sísmica da Agência Meteorológica do Japão — ao norte da Prefeitura de Miyagi, grau 6 em outras prefeituras e 5 em Tóquio.O sismo provocou alertas de tsunami e evacuações na linha costeira japonesa do Pacífico e em pelo menos 20 países, incluindo toda a costa do Pacífico da América do Norte e América do Sul. Provocou também ondas de tsunami de mais de 10 m de altura, que atingiram o Japão e diversos outros países. No Japão, as ondas percorreram mais de 10 km de terra.De acordo com as autoridades, houve 15 894 mortes confirmadas e mais de 2 500 ainda desaparecidos. O sismo causou danos substanciais ao Japão, incluindo a destruição de rodovias e linhas ferroviárias, assim como incêndios em várias regiões, e o rompimento de uma barragem. Aproximadamente 4,4 milhões de habitantes no nordeste do Japão ficaram sem energia elétrica, e 1,4 milhão sem água. Muitos geradores deixaram de funcionar e pelo menos dois reatores nucleares foram danificados, o que levou à evacuação imediata das regiões atingidas enquanto um estado de emergência era estabelecido. A Central Nuclear de Fukushima I sofreu uma explosão aproximadamente 24 horas depois do primeiro sismo, e apesar do colapso da contenção de concreto da construção, a integridade do núcleo interno não teria sido comprometida






Novas tecnologia do Japão

                                Novas tecnologia do japão

A lista de invenções e tecnologias japonesas é extensa. Considerado um dos países mais tecnológicos e inventivos do mundo, a criatividade dos asiáticos é uma das responsáveis por diversas criações que ajudaram a transformar completamente a humanidade.No futebol, os japoneses ainda estão aprendendo, mas já faz um bom tempo que eles não fazem feio na Copa da Mundo. Se na principal competição de futebol do planeta eles dificilmente vão brigar pelo título, no que diz respeito às invenções é muito provável que eles já tenham conquistado alguns espaços no seu dia a dia.
                                                     DVDs
Se existe um item que foi capaz de mudar o mercado de home vídeo, esse item é o DVD. Sigla para Digital Video Disc, o formato para armazenamento de arquivos de áudio e vídeo foi criado em 1995 e em pouco mais de 13 anos conseguiu substituir completamente o VHS – outra invenção japonesa – do mercado.A patente da criação do formato cabe a uma associação entre diversas empresas de tecnologia, entre elas várias japonesas. Os primeiros DVD Player chegaram às lojas em 1997, no Japão.No Brasil, a tecnologia começou a ganhar força em 2002. O primeiro filme em DVD lançado por aqui foi “Era Uma Vez na América”, em 1998.

 Celulares com câmera
É difícil imaginar hoje um smartphone que não tenha uma câmera para fotos e vídeos. No entanto, no passado, unir esses dois mundos não parecia algo tão óbvio assim.A inclusão de uma câmera digital nos celulares foi uma das decisões mais acertadas de todos os tempos e serviu para mudar completamente o mundo das comunicações.A novidade foi introduzida aos aparelhos no Japão, em 1999. Na ocasião, já era possível fazer as primeiras chamadas em vídeo, ainda que com imagens de baixa qualidade.Era possível também incluir fotos como anexos em e-mails. A funcionalidade se popularizou rápido e em pouco tempo já não havia mais celulares sem câmera.

                                         Baterias de Íons de Lítio

As baterias de aparelhos portáteis do passado tinham uma série de problemas. Podiam vazar, usavam materiais pouco seguros e ainda costumavam “viciar” depois de certo tempo.Esses problemas todos foram resolvidos com as baterias de Íons de Lítio, que ainda são amplamente utilizadas em smartphones, notebooks e diversos tipos de dispositivos eletrônicos atualmente.O mérito dessa invenção cabe a Akira Yoshino, que inventou esse tipo de bateria em 1985. Sua criação passou por vários anos de testes o primeiro aparelho comercial usando uma bateria desse tipo, inspirada no design definido por Yoshino, veio ao mundo em 1991, no Japão.

                                                 Notebook

Você consegue imaginar como seria a sua vida se os notebooks não existissem e sempre que houvesse necessidade de usar um PC fosse preciso se dirigir a algum lugar em que o equipamento estivesse ligado na tomada?Nada prático, não é mesmo? Pois no início da década de 80 o japonês Yukio Yokozawa foi o primeiro a patentear um laptop.O primeiro modelo foi chamado de HX-20 e chegou às lojas do Japão em 1981. O modelo pesava 1,6 quilo e a ideia logo caiu no gosto da indústria, tanto que praticamente todas as empresas de tecnologias adotaram esse formato.Apesar disso, eles sempre foram um pouco mais caros e por isso a popularização demorou um pouco mais.

                                                   Impressora 3D

As impressoras 3D são apontadas como as principais responsáveis pela chamada “quarta Revolução Industrial”, mas elas não são exatamente uma novidade.Sua invenção data do início da década de 80 e tem como principal nome Hideo Kodama, um dos responsáveis pelo projeto que foi desenvolvido no Nagoya Municipal Industrial Research.O método consistia em usar modelos plásticos tridimensionais a partir de certos polímeros, graças uma exposição controlada da área a raios UV. O processo foi aperfeiçoado ao longo do tempo e somente na última década as impressoras 3D se tornaram mais acessíveis ao consumidor final.Diante de um dos países mais tecnológicos do mundo, chega a ser até sacrilégico escolher apenas 5 delas para destacar em um único texto, uma vez que o Japão é e continua sendo um berço de inovação. Qual outra tecnologia japonesa você acredita que deveria fazer parte da lista? Conta pra gente!



População e religião no Japão

                          População e religião no Japão

O Japão é um país composto por um arquipélago situado no Oceano Pacífico e localizado no extremo leste do continente asiático. O território japonês possui uma área de 377.899 km², onde reside uma população de 127,3 milhões de pessoas. A densidade demográfica é de 336,8 habitantes para cada quilômetro quadrado.

                                     População

A população japonesa é uma das maiores do mundo, e sua densidade demográfica (número de habitantes por área) é também uma das mais elevadas. O Brasil, por exemplo, possui uma densidade demográfica que não ultrapassa os 24 hab./km². Essa elevada concentração de pessoas, somada ao fato de o Japão possuir uma grande quantidade de áreas inclinadas e montanhosas (onde não é possível a moradia), torna-se um grande problema para o país.
Embora a demografia seja considerada uma grande questão nacional, o crescimento vegetativo é negativo, ou seja, o Japão vem perdendo o seu número de habitantes em virtude das baixíssimas taxas de natalidade. Por outro lado, isso gera outro problema demográfico e econômico: o envelhecimento populacional, haja vista que as taxas de mortalidade são baixas e a expectativa de vida da população japonesa é uma das mais elevadas do mundo (83,6 anos). Com isso, o número de idosos e aposentados é elevadíssimo, o que ocasiona o surgimento de problemas de ordem previdenciária.




Religião

A tradição religiosa japonesa é composta de várias crenças principais, incluindo o xintoísmo, a religião mais antiga do Japão, o budismo e o confucionismo. O cristianismo, que é um dos maiores segmentos religiosos no mundo, tem poucos adeptos no Japão.





Xintoísmo
O xintoísmo, ou o “Caminho dos Deuses”, começou a tomar forma no período pré-histórico do Japão. Nesta fase inicial, era a religião de uma sociedade pré-letrada, que formava uma espécie de clã. As divindades xintoístas eram árvores, montanhas, rios e rochas, tudo poderia ser considerado divino, incluindo os seres humanos.Uma antiga mitologia desenvolvida pelo líder xintoísta nos séculos VI e VII, o clã Yamato, mais tarde conhecidos como a família imperial, sustenta que o líder do clã, o imperador, era descendente da deusa do sol, que era chamada de Amaterasu. Grandes guerreiros e poetas, por exemplo, também eram reconhecidos como divindades em virtude de suas habilidades especiais.Desde o seu início, o Xintoísmo não teve um fundador ou produzia textos sagrados, a religião era transmitida através de rituais. O objetivo desses rituais era manter ou restabelecer a harmonia entre a natureza, os seres humanos e as divindades. Como os japoneses começaram a adotar a prática da agricultura em torno do terceiro século aC, os rituais xintoístas se tornaram intimamente ligados ao ano agrícola.Festivais comunitários eram realizados em épocas de plantio ou colheita, ou em momentos importantes da história de uma comunidade. Os principais rituais continham quatro partes: purificação, oferendas, recitações ou orações, e uma refeição. Todos os membros da comunidade participavam, mesmo que apenas simbolicamente, da última refeição, promovendo, assim, a harmonia entre os seres humanos e as divindades.Embora o xintoísmo não tivesse templos sagrados em sua primeira fase, algum tempo depois, os japoneses começaram a construir locais que abrigavam representações simbólicas das divindades e que serviam como um local para a realização de rituais. 


Budismo
O budismo surgiu na Índia no século VI aC e, depois de passar pela China e pela Coréia, chegou ao Japão no século VI dC. O Buda, maior líder do budismo, ensinou que, independentemente dos graus relativos de felicidade que se pode alcançar na vida, todos os seres vivos, eventualmente, ficam doentes, envelhecem e morrem.
Para muitos, o budismo vai além da religião e é mais um modo de vida. Sua filosofia significa amor à sabedoria e pode ser resumida como:
  • 1 – Levar uma vida moral.
  • 2 – Estar atento e consciente aos seus pensamentos e ações.
  • 3 – Desenvolver a sabedoria e o entendimento.
A palavra budismo vem de “budhi”, e significa despertar. Quando a crença chegou ao Japão, Coréia e China no século VI, sua mensagem filosófica sofisticada foi difícil para a maioria dos japoneses de entender. Uma pequena elite foi, então, aprender chinês (primeira língua escrita do Japão) e alguns deles começaram a estudar textos budistas chineses, como estudiosos e membros do clero. No entanto,a maioria dos japoneses foi atraída primeiramente pela arte budista e pela possibilidade de laços mais estreitos com a civilização avançada da China, onde o budismo já tinha se espalhado.  









Turismo na Oceania

Turismo na Oceania

Com 14 Estados independentes, milhares de ilhas e uma biodiversidade bem distribuída pelos seus pouco mais de 8 milhões de km², a Oceania deixou no passado a ideia de que “o outro lado do mundo” só possui a Austrália e a Nova Zelândia como seus principais representantes turísticos.
Hoje, a demanda se estende por todo o continente, com milhões de turistas desembarcando aqui e acolá, em busca de aventuras, novos sabores , cenários paradisíacos e um merecido descanso.



Austrália


O maior país da Oceania tem também a maior diversidade em atrações — a começar pelas praias australianas, que vão das calmas águas azul-turquesa às desafiadoras ondas para a prática do surfe.
Para quem prefere uma viagem menos aquática, o grande deserto australiano oferece passeios por entre cânions e cordilheiras.
Falando em passeio, inclusive, não podemos esquecer da Great Walks of Australia, um projeto que concentra dez das mais belas trilhas da Austrália, com desafios prazerosos para andarilhos de todos os níveis de experiência. Vale a pena conhecer!
Mas, além das rotas de trekking, a Austrália é um país multicultural, que concentra viajantes do mundo inteiro, tornando-se um ponto de encontro global para trocar experiências e para conhecer pessoas.

Nova Zelândia



Respire fundo e tente se decidir pelas suas atividades favoritas entre um leque de possibilidades para se fazer na Nova Zelândia.
As áreas vulcânicas e os pontos de observação de baleias já são cenários paradisíacos bem conhecidos, mas os passeios podem enveredar pela fantasia também, como um passeio guiado pelos cenários onde foram gravados os filmes O Senhor dos Anéis, por exemplo.
Entre a degustação de vinhos locais e uma ou outra atividade radical (como bungee jump ou escalada), a Nova Zelândia conta com a Milford Track, a trilha mais famosa do país, na qual os aventureiros passam pelas rotas da tribo Maori e por florestas, montanhas, fiordes e cenários dignos de figurar em cartões-postais.